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Tenho 32 anos. Formada em Direito, fiz a graduação quase completa em Sociologia. Também fiz Mestrado em Sociologia mas não defendi a dissertação. Trabalho no setor público em um cargo privativo de Bacharel em Direito. Sou casada há dois anos e cinco meses, tenho um filho de três meses. Faço mapa astral, leio tarô, leio mãos. Faço terapia e acupuntura. Estou querendo voltar pra yoga. Faço agendas artesanais e personalizadas, mas não para vender. Lindas. Também sou calígrafa. Sou agnóstica e meditante, mas gosto de alguns ritos religiosos. Adoro ler, ver TV, navegar. Gosto muito de chocolate e doces em geral. Sou muito calorenta. Tenho pavor de baratas. Adoro gente. E sou apaixonada por meu marido e meu filho.
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29.11.03
Entre a inocência da infância e a compostura da maturidade há uma deliciosa criatura chamada menino. Embora se apresentem em tamanhos, pesos e cores sortidos, todos os meninos têm o mesmo credo: aproveitar cada segundo de cada minuto de todas as horas de todos os dias e protestar ruidosamente - o barulho é sua única arma - quando seu último minuto é decretado e os adultos os empacotam e metem na cama. Meninos são encontrados em todas as partes: em cima de, embaixo de, dentro, subindo em, balançando-se no, correndo em volta de, pulando para. As mães os adoram, as meninas os odeiam, irmãos e irmãs mais velhos os suportam, adultos os ignoram, o céu os protege. Um menino é a Verdade com rosto sujo, a Beleza com um corte no dedo, a Sabedoria com um chiclete no cabelo, a Esperança do futuro com uma rã no bolso. Quando você está ocupado, um menino é um conversa-fiada intrometido e amolante. Quando você deseja que ele cause boa impressão, seu cérebro vira geléia, ou ele se transforma em uma criatura sádica e selvagem empenhada em desmontar o mundo ao seu redor. Um menino é um híbrido: o apetite de um cavalo, a disposição de um engole-espadas, a energia de uma bomba atômica de bolso, a curiosidade de um gato, os pulmões de um ditador, a imaginação de um Júlio Verne, o retraimento de uma violeta, o entusiasmo de um bombeiro - e quando se mete a fazer alguma coisa é como se tivesse cinco polegares em cada mão. Gosta de sorvete, canivetes, serrotes, pedaços de pau, água (no seu "habitat" natural), bichos grandes, Papai, sábados, domingos e feriados, mangueiras de água. Não é partidário de catecismo, escolas, livros sem figuras, lições de música, colarinhos, barbeiros, meninas, agasalhos, adultos e "hora de dormir". Ninguém se levanta tão cedo, nem chega tão tarde para o jantar. Ninguém se diverte tanto com árvores, cachorros e mosquitos. Ninguém mais é capaz de meter num único bolso um canivete enferrujado, uma maçã comida pela metade, um metro e meio de barbante, um saco de matéria plástica, duas pastilhas de chiclete, três notas de um cruzeiro, um estilingue e um fragmento de "substância ignorada". Um menino é uma criatura mágica: você pode mantê-lo fora do seu escritório, mas não pode expulsá-lo do seu coração. Pode pô-lo para fora da sala de visitas, mas não pode tirá-lo de sua mente. Queira ou não, ele é seu captor, seu carcereiro, seu dono, seu patrão - um cara sarapintado, um nanico, um mata-gatos, um pacote de encrencas. Mas quando à noite você chega em casa, com suas esperanças e seus sonhos reduzidos a pedaços, ele possui a magia de soldá-los em um segundo, pronunciando duas palavras somente: " Alô papai!"...
26.11.03
Oramos pelas crianças que furtam picolés antes do jantar, que furam com borracha o caderno de matemática, que fazem birra no supermercado e pirraça com a comida, que gostam de histórias de fantasmas, que nunca conseguem achar os seus sapatos. E oramos por aquelas que olham os fotógrafos por trás do arame farpado, que não podem correr pela rua com tênis novos, que nascem em lugares onde nem mortos entraríamos, que nunca vão ao circo, que vivem num mundo promíscuo e violento. Oramos pelas crianças que dormem com o cachorro e escondem o peixinho dourado, que nos dão beijos lambuzados e punhados de dentes-de-leão, que são visitadas pelo ratinho do dente, que nos abraçam com pressa e esquecem o dinheiro do lanche. E oramos por aquelas que nunca têm sobremesa, que não têm um cobertor que possam arrastar, que vêem seus pais vendo-as morrer, que não encontram pão para roubar, que não têm quartos para limpar, cujas fotografias não estão na penteadeira de ninguém, cujos monstros são reais. Oramos pelas crianças que gastam toda a sua mesada antes da terça-feira, que jogam a roupa suja embaixo da cama e nunca dão descarga, que não gostam de ser beijadas na frente de quem dá carona, que se agitam na igreja ou no templo e gritam no telefone, cujas lágrimas às vezes nos fazem rir e cujos sorrisos podem nos levar ao choro. E oramos por aquelas cujos pesadelos acontecem de dia, que não comerão nada, que nunca viram um dentista, que não são acariciadas por ninguém, que vão para a cama com fome e choram até dormir, que vivem e se movimentam, mas não têm ser. Oramos pelas crianças que querem ser carregadas, e por aquelas que precisam sê-lo, por aquelas que nunca abandonamos e por aquelas que não têm uma segunda oportunidade, por aquelas que asfixiamos... e por aquelas que pegam a mão de quem for bom para oferecê-la. - Extraído de Conversando a Gente se Entende, de Margaret J. Wheatley, Ed. Cultrix.
24.11.03 O toquinho foi ao pediatra hoje. Está pesando 6,8kg e mede 60,5cm!
Não tá fofinho demais?
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É muita fofura!
23.11.03
Não é uma coisa muito fofa?
22.11.03
esse é o meu Toquinho encantado com o origami que o pai fez pra ele...
Rubem Alves
21.11.03 Isso foi o que a Ingrid disse sobre a escolha de uma maternidade para o pessoal da lista partonosso:
que eu avaliava ANTES de estudar sobre parto: - Se era limpinha - Se tinha boa aparência - Se as pessoas eram simpáticas - Pra mim, tinha que ter a melhor uti neonatal - Se as pessoas que cuidavam dos bebês no berçário eram jeitosinhas - Se tinha estacionamento - Se era acessível - Se o quarto tinha televisão - Se o quarto tinha ar condicionado - Se o pai ia poder assistir o parto - Se tinha água quente no chuveiro basicamente nesse nível. Não que isso não seja importante, mas é que tem muito mais coisa MUITO mais importante. UTI Neonatal de última geração, pra grávida de baixo risco não faz sentido. O que eu avaliarei agora, depois que eu estudei sobre parto: - Taxa de partos normais x cesárea - Taxa de partos naturais (cócoras, na água, no quarto, etc) - Se tem cadeira de cócoras - Se tem banheira - Se posso levar quantos acompanhantes eu quiser pra ver/auxiliar o parto(doula, marido, mãe...) - Se é alojamento conjunto - Se o bebê vai direto pro meu quarto após o parto, ao invés de ir pro berçário - Se não dão complemento, e assumem livre demanda (só leite materno) - Se posso caminhar livremente durante o trabalho de parto - Se não fazem tricotomia/enema/ocitocina de rotina (tricotomia = raspagem de pelos, enema = lavagem intestinal, ocitocina = soro para acelerar contrações) - Se tem suíte para parto natural - Índice de infecção hospitalar - Se posso usar minhas próprias roupas ao invés das vestimentas da maternidade - Se posso usar o chuveiro livremente durante o trabalho de parto - Se posso parir no quarto se desejar, ao invés do centro cirúrgico - Observar a reação das enfermeiras em relação a presença da doula (algumas não gostam) Pq eu não me importei com isso na época? Pq eu pensava que toda maternidade iria fazer tudo para o meu bem, e que meu médico tinha escolhido aquela pq era boa. Bem... deve ter mais coisas, mas agora não me lembro. Bjkas, Ingrid http://www.partohumanizado.blogger.com.br
20.11.03
Esse é o Tariq segurando um brinquedo e brincando pela primeira vez...
Amamentar ou não, eis a questão... O direito que toda mulher tem de pelo menos discutir se quer ou não dar o peito para o seu filho Que dar de mamar no peito é bom, ninguém discute mais. As muitas e importantes campanhas de aleitamento feitas pelos últimos governos e mesmo pela iniciativa privada deixaram isso bem claro. Ainda bem! Informação é tudo: é educação e é assim mesmo que a gente anda pra frente. Recentemente, no entanto, a resolução da Anvisa, publicada como portaria GM 2.015 em 2002, diz que as mulheres devem amamentar seus filhos até os 2 anos de idade. Além disso, sempre com o objetivo de defender o aleitamento, o Ministério da Saúde estabeleceu severas restrições à divulgação de alimentos considerados substitutos do leite materno, incluindo até bicos, chupetas e mamadeiras. Ninguém aqui quer ser do contra, nem desrespeitar lei nenhuma, muito menos colocar em dúvida as inúmeras e indiscutíveis vantagens do aleitamento, muito pelo contrário. O que queremos, isso sim, e sempre dentro do exercício saudável da democracia, é discutir a rigidez em torno desses prazos - dois anos amamentando, para uma mulher que trabalha, por exemplo, não é bolinho... Pedimos ao nosso consultor e colunista, o pediatra Leonardo Posternak, a sua opinião sobre o assunto. Pensar sobre um tema tão importante, independentemente da conclusão que se chegue, é no mínimo um bom exercício. Afinal, essa talvez seja a primeira grande questão com que uma mulher vá se defrontar na criação de seu filho. Parar para refletir só pode fazer bem. Adoraríamos saber sua opinião. Escreva para a gente, bote a boca no trombone, diga o que você pensa. A gente quer ouvir. Em defesa da mãe que não consegue ou não quer dar o peito "Apesar do espanto que o título produz, sem preconceitos nem patrulhamento ideológico, continue lendo o artigo. Sou a favor do aleitamento materno. No consultório, no hospital, onde for que eu fale com uma grávida ou mãe de um bebê, deixo claro as vantagens da amamentação e faço as orientações necessárias. Mas também sou a favor de pensar na mãe como um ser humano, com uma dimensão maior que o simples fato de oferecer ou não o peito a seu filho. Não aceito a inoculação de culpa, a desqualificação nem a imposição de falos modelos de "boa mãe"com a intenção de divulgar o aleitamento materno. Um pouco de história: há mais ou menos 40 anos a medicina infantil foi estimulada a utilizar fórmulas de alimentação infantil, com a promessa de um maior aumento de peso nos bebês. Uma enorme maioria das mães foi induzida a usar os leites artificiais. Os motivos apresentados (todos falsos) eram que assim não teriam os "peitos caídos" e que os leites industrializados seriam balanceados e ricos em determinados nutrientes, além de engordar mais o bebê como já foi mencionado. Criança gordinha e bochechuda sempre foi o objeto de desejo da nossa sociedade. No começo da minha profissão vi mulheres "secando o leite" na sala de parto. Era a instituição saúde que assim o decidia. Anos depois (como sempre acontece) com a mesma violência se tentou colocar na marra o bico do seio na doce boca infantil, sem nada perguntar (de novo) à dona do peito. Chegou-se ao cúmulo de divulgar na mídia uma verdadeira "pérola do marketing", perigosa e devastadora, que dizia: "Seja uma boa mãe, dê mamar ao seu filho". Claro que isso acabou produzindo graves conseqüências psicoemocionais nas mulheres que por qualquer motivo não conseguiam, não podiam ou não queriam dar o peito ao bebê. Como ser então uma boa mãe? O que não podemos jamais esquecer que ante nós está uma mulher sozinha, tensa, regredida, com dúvidas e ambivalente. Fundamentalmente com uma história que pode explicar sua dificuldade ou recusa em amamentar seu filho. Até mesmo na política da saúde a ambivalência se faz presente: existe o incentivo ao aleitamento, mas não existe concomitantemente uma fiscalização adequada que faça vigorar a lei que define a presença de creches nos locais de trabalho. Essa incoerência acaba fazendo com que a mulher deva retornar ao trabalho em horário integral (no regime CLT) sem prosseguir com a amamentação. Por sorte, com muito esforço e dedicação orientamos, derrubamos mitos e tabus e conseguimos de qualquer jeito estimular o aleitamento materno. Até aqui tudo maravilhoso! Só cabe uma única e sutil pergunta: o que fazer com as mulheres que apesar da nossa luta e ideais continuam teimando em não amamentar seu filhinho? Criticá-las?, execrá-las? Ou simplesmente queimá-las na fogueira como antigamente se fazia com as acusadas de bruxaria? Com certeza peitos grandes e uma boa produção de leite não garantem uma adequada maternidade, com vínculos sadios, se na hora da amamentação a mãe faz crochê ou assiste TV. Contrariamente se pode conseguir dar muito amor com uma mamadeira oferecida com interesse e dedicação. Recapitulando, as mães hoje têm alternativas (não tão boas como o peito, já sei!) para alimentar seus filhos. O compromisso do aleitamento deixa de ser uma coisa inevitável e se torna uma escolha consciente, ou inconsciente. Lembremos que não é verdade que culpar seja cuidar das mães e que elas são muito mais que matrizes e nutrizes. São na realidade facilitadoras da subjetivação (tornar-se um sujeito) do filho. A criança nasce numa instância psíquica chamada de fase oral. Significa que a boca até 2 ou 2 anos e meio é o local mais importante para ela. Tanto para introduzir alimentos em seu organismo quanto para se desvencilhar de tensões que se originam interna ou externamente. Esta tramitando em Brasília a lei que obrigada a colocar tarjas com avisos de "perigo" em que se constituem as chupetas e as mamadeiras para a saúde materno-infantil. Eu fico muito preocupado com essa situação que parece ser uma compulsão à repetição e só consigo dizer para as mães de ontem, de hoje e de sempre: tente ser a melhor mãe que puder e se conseguir também dê o peito a seu filho. Sem gritos e sem traumas." Leonardo Posternak
Que saudades desse seriado, como eu gostava! Pena que acabou, não queria ver os episódios antigos, (tenho quase todos as cinco temporadas gravadas), mas um novo. É que além de ser um seriado ótimo, muitas coisas que se passavam com ela combinam com a história da minha vida. Só para dar um exemplo, no dia que passou o episódio em que ela fazia trinta anos, eu também estava fazendo 30. E no dia que ela ficou sabendo que tinha uma filha foi o dia em que eu fiquei sabendo que estava grávida. Pena ter acabado.
Fiquei encantada, é claro. Nunca pensei que fosse me transformar numa mãe tão babona!
19.11.03 Hoje faz três meses que o meu filhote nasceu. Nossa parece que foi ontem que fiquei sabendo que estava grávida. E mais ontem ainda quando ele nasceu. Três meses de felicidade, mudança radical de vida e muito, mas muito muito amor. Amor infinito.
Feliz Aniversário, Tariq. A mamãe te ama muito.
18.11.03
Pensar em Deus é desobedecer a Deus,
Porque Deus quis que o não conhecêssemos, Por isso se nos não mostrou... Sejamos simples e calmos, Como os regatos e as árvores, E Deus amar-nos-á fazendo de nós Belos como as árvores e os regatos, E dar-nos-á verdor na sua primavera, E um rio aonde ir ter quando acabemos!... Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos".
Estar grávida é bom demais, é um estado indescritível, é maravilhoso. Que saudade daquela barriga!
17.11.03
Acho que finalmente esse blog ficou com uma cara decente...
Buscas a perfeição? Não sejas vulgar, a autenticidade é muito mais difícil... Mário Quintana
16.11.03
Aprender a conviver com o efêmero é uma das tarefas mais duras que a vida impõe... Marta Medeiros
Essa menina linda é a minha primeira sobrinha. Com ela eu aprendi o que é amar uma criança.
Esses são os meus queridos pais
15.11.03 Meu neguinho está tristinho sem o monitor dele...
14.11.03
Colo Vicia? Um dos grandes questionamentos dos pais, principalmente os de "primeira viagem", é se o colo pode "viciar" o bebê. Bem, depois de tanto tempo cuidando de bebês e participando da rotina de muitas famílias, gostaria de fazer algumas afirmações e alguns questionamentos. No útero, o contato do bebê com o mundo externo está muito limitado pelo corpo da mãe e ele fica protegido de odores e sons que poderiam lhe ser desagradáveis. Além disso, a temperatura é perfeita: ele não sente frio nem calor; ele não sente fome; não tem cólicas... Mas, de uma hora para outra, ao nascer, o pequeno é bombardeado por uma variedade de cheiros, barulhos, sensações novas e isso deve ser extremamente desagradável, uma vez que ele precisa sentir-se seguro através do que já lhe é familiar. "Onde está o barulho do coração da mamãe?? Onde está aquela água quentinha que me envolvia?? Que vazio estranho é esse na minha barriguinha??" Bem, vocês acham que após viver nove meses no calor e segurança do útero, envolvido totalmente por um líquido, o bebê vai achar muito normal dormir num berço, que para ele, com certeza, é enorme e onde ele tem contato com novas texturas, onde tudo é novo e muitas vezes assustador? Acho que seria natural a consciência de que ele precisa de um tempo para se adaptar ao mundo externo, e isso depende de bebê para bebê, pois cada um é uma pessoa única e especial, com suas necessidades e potencialidades específicas. Creio que também não é difícil perceber que ele vai precisar de todo apoio e segurança que os adultos a sua volta podem oferecer. Embora tenha como principal forma de comunicação o choro, muitas vezes achamos que ele só pode chorar se estiver com fome, molhado, com frio, com calor... Bem, alguém pode alegar que ele é manhoso, ou seja, está chorando para enganar o adulto e ganhar um "colinho". Não existe bebê manhoso! O bebê ainda não tem a capacidade de mentir e enganar que nós adultos temos. Assim que o bebê se sente em uma situação de angústia, ele usa o único idioma que conhece: o choro. Então, se ele está chorando, é sinal de que alguma coisa não vai bem. Isso não quer dizer apenas na parte fisiológica, como fome ou frio, mas talvez ele tenha ouvido um som ameaçador, como o bater de uma porta, que você, por estar acostumada, nem ouviu. Pode ser ainda que ele sinta saudades da sensação de segurança que o útero lhe proporcionava, e esteja sentindo um pouco de solidão. Qual a solução?? Colo nele!! Envolva-o nos braços, fale palavras bonitas ao seu ouvido, cante uma canção, explique que tudo está bem, que você está presente e que se importa com ele. Ele vai adorar e retribuir, creia nisso. O bebê é um excelente ouvinte e adora uma boa conversa. Bastam algumas palavras de amor e apreço para que esse ser tão especial aceite-nos como amigos e confie em nosso acolhimento. Pense no bebê como alguém que acabou de chegar de uma viagem muito desgastante, que está confuso e preocupado em saber se vai conseguir se adaptar, encontrar amigos, ser aceito. O colo seria para o bebê como uma afirmação de que ele pode contar com aquela pessoa. O colo é uma declaração de amor e amizade. É como chegar para um amigo adulto e dizer: "pode contar comigo quanto precisar. Eu estou aqui." Se você não precisa saber que pode contar com as pessoas que ama, o bebê também não precisa de colo. Se ter bons amigos pode se tornar um vício, o colo também pode.
quando o Tariq não era nem nascido ainda... Olá! O que é o mundo moderno de hoje! Eu nem nasci e já tenho uma conta de e-mail... Que coisa! Só sei que os meus pais estão parecendo uns bobos. Acho que é assim que eles ficam quando estão felizes. Pelo visto o meu pai vai ser um papai babão. E minha mãe, então? Não consigo ver ainda, mas o seu sorriso vai de orelha a orelha, segundo o que meu pai anda falando... Isto tudo é porque no exame de ultrassom (o que me dá muitas cócegas. He! He! He!) de hoje descobriram que sou menino... (Mas isso eu já sabia! Por que não me perguntaram?) Aí, eles finalmente decidiram qual vai ser meu nome... Tariq Musashi Rodrigues Yasuda Pires Kawakami Gostei! gugu dadá, prá vocês. Tariq Musashi
Não conheço a chave para o sucesso, mas a chave para o fracasso é tentar agradar a todo mundo. (Bill Cosby)
Escrever nem uma coisa nem outra - A fim de dizer todas Ou, pelo menos, nenhumas. Assim, ao poeta faz bem Desexplicar - Tanto quanto escurecer acende os vaga-lumes. Manoel de Barros
não discuto com o destino o que pintar eu assino (Leminski)
As pessoas, minha filha, são como almanaques, você nunca encontra o que procura, mas sempre vale a pena dar uma olhada... Zelda Fitzgerald
não fosse isso e era menos não fosse tanto e era quase Leminski
Amigo? Aí foi isso o que eu entendi? Ah, não; amigo, para mim, é diferente. Não é um ajuste de um dar serviço ao outro, e receber, e saírem por este mundo, barganhando ajudas, ainda que sendo com o fazer a injustiça aos demais. Amigo, para mim, é só isto: é a pessoa com quem a gente gosta de conversar, do igual o igual, desarmado. O de que um tira prazer de estar próximo. Só isto, quase; e os todos sacrifícios. Ou amigo é que a gente seja, mas sem precisar de saber o por que é que é. Guimarães Rosa
Cada amigo representa um mundo em nós; um mundo possivelmente inexistente até a chegada deles, e é apenas no encontro com estes amigos que um novo mundo se inicia. Anais Nin
completamente felizes, a maior delas é a posse da amizade. Epicuro
1.12.03
Depois que um corpo
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